Emmanuel Levinas and the Human Person: On the Philosophical Conditions of War and Peace

The article starts with the recognition of the fact that each human being is driven by the tendency to auto-preservation and, thus, to persevere in being, secure the corresponding living space and safeguard the proper place under the sun. Societies are understood as societies of self-preserving indi... Ausführliche Beschreibung

1. Person: Capili, April D. verfasserin
Quelle: in Revista Portuguesa de Filosofia Vol. 62, No. 2/4 (2006), p. 697-711
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Format: Online-Artikel
Sprache: English
Veröffentlicht: 2006
Beschreibung: Online-Ressource
Schlagworte: research-article
Being
Conatus essendi
Creation
Eating
Face
I
Infinite
Interest
Levinas, Emmanuel (1906-1995)
Ontology
Peace
Person
Subject
Terrorism
Totality
Violence
War
Alimentação
Conatus essendi
Criação
Eu
Guerra
Infinito
Interesse
Levinas, Emmanuel (1906-1995)
Ontologia
Paz
Pessoa
Rosto
Ser
Sujeito
Terrorismo
Totalidade
Violência
Online Zugang: Volltext
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520 |a The article starts with the recognition of the fact that each human being is driven by the tendency to auto-preservation and, thus, to persevere in being, secure the corresponding living space and safeguard the proper place under the sun. Societies are understood as societies of self-preserving individuals wherein each member is after his or her own interests. This drive to realize oneself, however, may happen at the expense of the self-realization of others. Violence includes but is not limited to physically injuring or annihilating persons. Recalling the thought of Emmanuel Levinas, the author of the article sees violence as the factor that interrupts any line of continuity between human beings, whereby they are made to play roles in which they no longer recognize themselves, and, thus, are forced or induced to carry out actions that, as such, simply will destroy every possibility for action itself The problem of violence, therefore, resides in a kind of interestedness in which, in the pursuit of own interests, we use and manipulate things, simply reducing them to ourselves. In other words, the present article calls our attention to the fact that each one of us can be a rampaging and ravaging force that not only assimilates things but also exploits and thus inflicts violence upon other human beings. The question here asked, therefore, is the one about the very possibility of violence and peace and, ultimately, if violence can at all be seen as a natural way for our becoming as human persons. /// O presente artigo parte do reconhecimento do facto de que cada ser humano é movido pela tendência à auto-preservação e, desse modo, a perseverar no ser, assegurar o respectivo espaço vital e a proteger o lugar que lhe é próprio debaixo do sol. Nessa medida, as sociedades humanas são compreendidas como sociedades de indivíduos que se auto-preservam sendo que nelas cada um dos indivíduos que as compõem estão simplesmente movidos pelos seus próprios interesses. Mas esta tendência para a auto-realização, contudo, pode frequentemente dar-se à custa da auto-realiza-ção dos outros. A violência inclui, mas não se limita à injúria física ou à aniquilação de pessoas. Assim, retomando o pensamento de Emmanuel Levinas, o autor do artigo reconhece na violência um factor que interrompe toda e qualquer linha de continuidade entre os seres humanos, processo esse em que eles são forçados ou induzidos a desempenhar papeis que, enquanto tais, simplesmente destruirão toda e qualquer possibilidade de acção enquanto tal. Nessa medida, o problema da violência reside num tipo de interesse segundo o qual, no processo de procurar realizar os nossos próprios interesses, nós usamos e manipulamos as coisas, simplesmente reduzindo-as a nós mesmos. Por outras palavras, o presente artigo chama a atenção para o facto de que cada um de nós pode muito bem transformar-se numa força violenta e destruidora que não só assimila as coisas, mas também as explora e, nessa medida, inflige violência sobre os outros seres humanos. Assim, a questão que aqui se levanta, portanto, é a questão acerca da própria possibilidade da violência e da paz e, em última análise, procura discernir até que ponto a violência tem alguma plausibilidade de poder ser vista como um dos modos naturais do nosso devir enquanto pessoas humanas. 
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